E se fosse verdade?

Quando chega aquela idade em que não somos tão mais crianças, é um choque tremendo descobrirmos que Papai Noel não existe, assim como é um baque enorme descobrir que as pegadas do Coelhinho da Páscoa, eram na verdade manchas de talco ou farinha feitas pelos nossos pais. Podemos não lembrar claramente hoje (afinal já faz muito tempo) a sensação que nos ocorreu ao encararmos a notícia, porém a simbologia desse episódio, marcando o início de uma nova era de filosofias e questionamentos nas nossas vidas, ao mesmo tempo que choca, nos faz evoluir, amadurecer, crescer e aprender.

Foto: reprodução

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Semana passada, o ex-ministro de defesa canadense Paul Hellyer, deu uma entrevista coletiva de cerca de quarenta minutos, bem detalhada, afirmando em resumo, que por muitos anos, alienígenas tem nos visitado. Na entrevista, cuja qual fizeram parte diversos outros ex-oficiais de alto escalão do governo norte americano, foram exibidos vídeos e documentos registrados de diversos governos de todo o mundo, inclusive do Brasil, contendo informações de contatos com óvnis e supostas abduções.

Hellyer foi além, e afirmou que o governo dos Estados Unidos trabalha a pelo menos quarenta anos, sem o conhecimento do presidente, com duas raças diferentes de alienígenas, e que estas, prestam seus serviços na tão famosa área 51. O ex-ministro deu ainda detalhes de como vivem, o que fazem, e sobre suas tecnologias avançadas, que permitem manipular a gravidade e a mente humana de forma instintiva em sua espécie.

Ao final da apresentação, Hellyer lembrou a todos que é a única pessoa na história a participar de encontros do G8 que assumiu publicamente a existência de tais fatos, e afirmou ainda que, nessas reuniões dos lideres mundiais, os EUA sofrem pressão constante por parte dos demais países da cúpula, e dos próprios seres intergalácticos, a revelarem as boas novas ao mundo. Porém, completou dizendo que a muitos anos vem relutando, pois eles preveem uma desestabilização em massa da economia, e diversos outros fatores negativos, gerados pelo pânico mundial.

Existem diversas teorias para calcular o tamanho do universo, que levam em conta taxas de expansão, e princípios de aceleração da massa na velocidade da luz, porém várias teorias divergem sobre seu tamanho ainda. Algumas estão até hoje tentando provar que o universo todo é menor que o universo observável, sendo a nossa vizinha, galáxia de Andrômeda por exemplo, uma refração espelhada da nossa. Ou seja: diversas teorias, com seus respectivos fundamentos, porém nunca comprovados até hoje, e provavelmente nunca depois.

Os próprios gênios da física e astronomia, como Neil De Grasse Tyson e Hawking, cujos quais têm meu respeito eterno, assumem que quando se é astrônomo, não importa o quanto você saiba, e o quanto seja bom, você provavelmente nunca saberá mais de 1%, da matéria que passou a vida estudando. De Grasse, a propósito, tem pensamentos e reflexões excelentes sobre o assunto que abordamos.

A questão é que se compartilhamos 98.8% do DNA dos chimpanzés, os seres humanos, para a ciência e biologia, têm uma diferença de 1.2% de DNA para os macacos apenas. Mas enquanto na espécie deles o mais brilhante se comunica por gestos, nós tivemos Bethoveen, Isaac Newton e Da Vinci, construímos foguetes e estações espaciais por exemplo. Com essa mínima diferença, somos capazes de várias outras habilidades. E então fica a pergunta: e se houver de fato, uma espécie em algum lugar nos cosmos, que compartilhe nosso DNA, e seja apenas 1% mais avançada? Do que seriam capazes?  Seríamos intuitivos em física quântica, por exemplo? Escreveríamos sinfonias em um piscar de olhos? Teríamos a capacidade de viajar interplanetariamente?

Nada ainda foi divulgado nas grandes mídias sobre a entrevista do Sr. Hellyer, e provavelmente não será. E não saberemos de fato, se em algum momento de nossas curtas vidas, os ETs serão oficialmente apresentados a nós. Especialmente quando já vivemos em um mundo onde a nossa própria espécie se mata. Imagine trazer outras?!  Mas será que eles existem? Será que conseguem ser evoluídos também em sentimentos? Será que não são mais dominados por instintos de raiva e violência, mas sim por amor, em seu significado mais profundo?

Sinceramente, impossível saber. Quem sabe se isso tudo viesse à tona e nós nos chocássemos novamente.  Assim como quando éramos crianças, talvez devêssemos ter um outro baque, uma outra notícia que nos fará olhar para o mundo de uma outra forma, de um outro ponto de vista… Algo que nos faça aprender a mudarmos rapidamente, e termos novamente depois de adultos, aquele “a-há moment” que nos transformará para sempre. E principalmente algo que nos faça acreditar, seja em amor, papai noel, ou mesmo aliens bondosos que nos ensinarão a viver.

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2 pensamentos sobre “E se fosse verdade?

  1. Excelente reflexão!
    Não sei se devo ficar assustada ou maravilhada com tudo que ainda não sabemos. Mas como o próprio mestre Hawking disse “não importa o quanto você saiba, e o quanto seja bom, você provavelmente nunca saberá mais de 1%, da matéria que passou a vida estudando” nos resta apenas continuar buscando, expandindo nossas mentes…

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